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Livros

Leia sinopses de livros importantes sobre ZPEs e assuntos relacionados.

 

capa livro renato

Mais de duas décadas desde que foram criadas no Brasil, as  Zonas de Processamento de Exportação (ZPEs) estão, finalmente, sendo implementadas em vários Estados da Federação. Entretanto, até como decorrência do atraso da implantação das ZPEs, é escassa, entre nós,  a literatura especializada no assunto. Em muito boa hora, portanto, aparece esta importante contribuição do professor Renato Santos Júnior. Trata-se de um trabalho competente e de  fôlego.

Especialmente por se tratar de um texto pioneiro no Brasil, faz todo o sentido a revisão histórica mais recente aqui empreendida. Apesar do ineditismo ente nós, as ZPEs não constituem nenhuma novidade no resto do mundo. Correto, portanto, examinar as ZPEs no contexto da liberalização do comércio internacional, da globalização dos mercados e das instituições internacionais relacionadas com o comércio e o desenvolvimento. 

Na abordagem nacional, o leitor encontrará um apanhado compreensivo dos aspectos definidores do regime, com destaque para os incentivos, a operacionalização e a estrutura normativa e de supervisão do programa. Também no plano nacional, as ZPEs estão situadas no contexto da estratégia de desenvolvimento, especialmente na sua formulação mais recente, que é o Plano Brasil Maior.

No capítulo final, que sugere o título ao livro, o autor traça um interessante paralelo entre as experiências da Zona Franca de Shannon, na Irlanda (considerada a primeira das modernas zonas francas industriais) e da ZPE de Parnaíba, a sua terra natal, a que ele prefere se referir na grafia antiga, de Parnahyba. E o paralelo tem tudo a ver. Shannon vivenciou um acentuado declínio econômico, provocado pela virtual desativação de seu estratégico  aeroporto internacional, que era parada obrigatória para reabastecimento dos aviões para a travessia Atlântico norte, e que se tornou desnecessária com o advento dos aviões a jato. A transformação do entorno de seu aeroporto em uma zona franca industrial recolocou Shannon na trilha do progresso. 

Da mesma forma, Parnaíba, ao longo de sua história econômica recente,  foi marcada, sucessivamente, pelo ciclos das “charqueadas”, da carnaúba e do comércio impulsionado pela navegação fluvial. A este último, seguiu-se um lento processo de decadência, resultante sobretudo da  emergência do transporte rodoviário e do assoreamento do Rio Parnaíba.

Para o professor Renato Santos, a ZPE de Parnaíba definirá o próximo ciclo de progresso da região, exatamente como a ZPE de Shannon revitalizou e reergueu a economia de uma região decadente. O prognóstico é fundamentado com um consistente levantamento do potencial econômico e logístico da área de influência da ZPE de Parnaíba. Só temos razões para concordar com a aposta apresentada no texto.

The impact of foreign-trade zones on the 50 states & Puerto Rico

NATIONAL ASSOCIATION OF FOREIGN-TRADE ZONES - 12 EDITION

Fully updated for 2012, our newest State-by-State study documents the impact of Foreign-Trade Zones on both the local and national level. The report provides detailed data on employment, merchandise received, and exports down to the subzone level, while providing national rankings on a state-by-state basis. This year’s edition also contains an all-new Industry Focus section, which examines the impact that FTZ’s have had on the automotive industry. 

capa livro

Atlas mondial des zones franches

François Bost, La Documentation Française, 2010. 

Territoires destinés à attirer des entreprises et activités exportatrices grâce aux avantages multiples et dérogatoires qui leur sont accordés, les zones franches constituent un excellent marqueur de la diffusion de la mondialisation à l'échelle planétaire. Les très nombreuses études de cas présentées dans cet atlas montrent que les zones franches jouent souvent un rôle significatif dans les pays qui en ont fait des outils et des leviers du développement, tant en matière de création d'emplois nouveaux et de formation de la main-d'œuvre, de diversification de l'économie et des exportations que d'apport de devises fortes.


Une équipe de seize géographes et de deux cartographes s'est ainsi fixé pour objectif de dresser un tableau exhaustif et nuancé du " phénomène " zone franche à travers le monde, qui reste encore mal connu et relativement peu étudié. Au total, ce sont 1735 zones franches aux statuts très divers qui ont été identifiées dans 133 pays, essentiellement dans le monde en développement et en Europe orientale.


À l'heure de la délocalisation accélérée des activités industrielles et de services, de la montée en puissance des pays émergents, ou encore de la recherche effrénée de compétitivité de la part des entreprises, ce travail apporte une information inédite et originale qui place le lecteur au cœur de l'économie mondiale contemporaine et de ses ressorts.


Ce volume comporte 130 cartes en couleurs (la plupart inédites), 4 encadrés, 55 graphiques et 4 tableaux et propose également un glossaire des sigles et abréviations et une bibliographie pour chacun des chapitres présentés.



Tax free trade zones of the world and in the United States

Susan Tiefenbrun, Edward Elgar Publishing, 2012

This definitive and comprehensive book, with contributions from world-renowned foreign trade zone expert, the late Walter Diamond, provides an up-to-date guide to the free trade zones and subzones in the United States and around the world. 

Economic reasons for using free trade zones are explored, encompassing the benefits gained and profits earned, such as exemptions, reductions from customs duties, proximity to foreign export markets, and low-cost processing and packaging of goods designed to lower duties or freight charges.

Practical, hard-to-locate data and contact details are provided on every free trade zone in the US, as well as information on the history, growth and types of users in each zone, storage space, transportation access, the cost of user facilities, utilities, communications, labor availability, warehousing features, and enterprise zones within the free trade zone.



Tax Free Trade Zones of the World and in the United States will be an invaluable reference tool for a wide-ranging professional audience including: international, multinational and business law firms, tax advisory and finance firms, international sales and marketing executives, import, export and shipping companies, customs brokers and insurance agencies. In addition, it will prove a useful, practical resource for law students focusing on international business and international trade.

Special economic zones: progress, emerging challenges, and future directions

Thomas Farole e Gokhan Akinci (eds.), International Trade Department, The World Bank, 2011.

It is more than 50 years since the establishment of the first modern special economic zones (SEZs). Over this time, SEZs have been credited with underpinning the dramatic export-oriented growth of China and other East Asian countries. But their success has been uneven, and they have remained controversial. Yet policy makers appear to be increasingly attracted to economic zones. Since the mid-1980s, the number of newly-established zones has grown rapidly, with dramatic expansion in developing countries.

Organized around three broad themes - attracting investment and creating jobs; facilitating dynamic benefits; and ensuring sustainability - this collection of papers and case studies aims to contribute to an improved understanding of the role and practice of SEZs in developing countries in order to better equip policy makers in planning and implementing SEZ programs.

 
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